Comerciante é assaltado enquanto trabalhava em Areiópolis

Um estabelecimento que era correspondente bancário localizado no Areiópolis, foi alvo de assalto a mão armada e deixou a população em estado de atenção.

Segundo oque foi relatado no boletim de ocorrência, o comerciante estava dentro da loja, quando dois indivíduos chegaram e colocaram a arma em sua cabeça, foi levado do estabelecimento uma jaqueta, uma camiseta e R$ 400,00. Após o acontecido o comerciante decidiu não fazer mais o serviço de banco postal.

Após explosões dos caixas eletrônicos nos bancos do Bradesco e Banco do Brasil no ano de 2013 em Areiópolis, os bancos decidiram não funcionar aos finais de semana por falta de segurança, sendo assim há 5 anos os bancos não deixam dinheiro nos caixas eletronicos, e desde então nenhuma medida foi tomada para solucionar o problema.

Falta de segurança no município

Os números mostram a cada ano que passa que o índice de criminalidade fornecido pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo só aumenta, no ano de 2016 no município foram registrados 55 casos de furtos, até no mês de novembro do ano passado foram registrados 44 casos de furtos, o mês de dezembro não foi contabilizado.

Através de informações de noticiários antigos e lembramos que a Guarda Civil Municipal (GCM), vem enfrentando problemas há bastante tempo, na gestão passada o ex-prefeito Amarildo Garcia, decidiu proibir os guardas de fazerem rondas, segundo os próprios agentes da GCM, na ocasião confirmaram que tiveram que empurrar o carro na rua por problemas mecânicos.

Após a posse da nova administração o atual prefeito Toni Cadete colocou novamente a GCM nas ruas, tirou de circulação a viatura antiga e colocou um carro descaracterizado de outro setor no serviço. Após passado alguns meses de administração, o prefeito decidiu tirar a GCM do patrulhamento nas ruas, deixando somente um guarda de dia e outro a noite.

Desde a criação da corporação no ano de 1991, a GCM do município vem trabalhando de forma irregular, ela não tem nenhum registro nos órgãos de segurança pública.

Desde a administração passada os funcionários reclamavam das situações trabalhadas, e o que foi apurado é que tudo está do mesmo jeito, e quem sofre com tudo isso é a população. (As informações são da Rádio Integração – São Manuel)