História da imprensa escrita de Lençóis Paulista

 

 

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O primeiro jornal semanário a circular em Lençóis foi o “Fiat Lux”, sob a direção do padre José Magnani, em 1889. Com a extinção do Fiat Lux, Padre Magnani fundou o “Imparcial”, cuja impressão era feira no próprio gabinete paroquial, instalado onde hoje se encontra o banco Itaú. Depois surgiram alguns outro panfletos e jornais críticos, entre eles o “Trovão”, que trazia no subtítulo o slogan: “Quem não deve não teme”. Em 1898, Ângelo Richetti fêz circular “O Município”. João Almeida Castanha fundou “O Imparcial”, que circulou por um curto período. Em 1924, apareceu o “Indicador” um jornal quase que exclusivamente comercial. Em 1928, João Batista Lopes fundou o “Jornal de Lençóis”. Em 1936, Naif Rezek fez circular o “Imparcial”. Em 1970, Clovis Pedro Bertolino e Benedicto Antonio Carlos Blanco fundaram “O Regional”. Na década de oitenta, circularam a “Gazeta Popular” que circulava sob a responsabilidade de Paulo Sergio de Araújo, atual delegado do Procon e “Folha da Terra” sob a direção de Moisés Rocha atual diretor do jornal O Eco fundado em 6 de fevereiro de 1938, pelo jornalista Alexandre Chitto. Em 1995, Suely Muller fundou o “Correio de Lençóis” que depois passou para o comando de Benedicto Blanco. Em 1995, Anderson Prado criou a “Gazeta Paulista” que circulou pouco tempo. Ainda em 1995, o jornalista Cristiano Castelhano fez circular na cidade o “Cia de Notícias”.  Moisés Rocha, editou, a partir de meados de 1999 o bi-semanário “Folha Popular” que deixou de circular no início deste ano (2006) quando o empresário assumiu o comando do jornal “O Eco”, o mais antigo veículo de comunicação de Lençóis Paulista. O segundo mais antigo é o “Tribuna Lençoense” fundado por Zanderlit Duclerck Verçosa e outros, em 15 de novembro de 1959. Esse jornal encerrou suas atividades no final de 2016, lamentavelmente. Em 2011 surgiu o “Sabadão do Povo” comandado pelo jornalista Bily Mao.