Agenda cultural da semana

Confira as atrações culturais desenvolvidas no decorrer da semana em Lençóis Paulista. Eventos serão realizados no Espaço Cultural Cidade do Livro, Casa de Cultura professora Maria Bove Coneglian, e Teatro Adelia Lorenzetti. Dentre as apresentações, destaque especial para a peça  Na Casa do Rio Vermelho, Salve a Terra Com Giralua Cia de Artes, A Condessa e o Bandoleiro Com Barracão Cultural – SP, entre outas.

Dia 11/07 –Teatro Municipal – 20h – Peça:  Na Casa do Rio Vermelho – O Amor de Zélia e Jorge
Com Luciana Borghi.
Sinopse: O cenário intimista conduz o espectador à sala ou à varanda da casa na Bahia e são revividas, com a mesma doçura e força da escritora e mulher de Jorge Amado: Zélia Gattai, como em uma conversa casual, algumas de suas histórias e músicas preferidas, desde o primeiro encontro com Jorge Amado até sua última noite na Casa do Rio Vermelho. Personagem de sua própria história, a artista imortal ainda é uma das maiores influências da literatura e cultura brasileira encantando gerações. No dia 02 de julho Zélia completaria 102 anos!
Gratuito –  Indicação acima de 12 anos
Retirada de ingressos na Casa da Cultura à partir do dia 05/07.

Dia 12/07 – Teatro Municipal – 14h30 – Peça Salve a Terra
Com Giralua Cia de Artes.
Sinopse: Naquele dia, não anoiteceu no Brasil, nem amanheceu no Japão, uma grande confusão se espalhou pelo mundo todo… Fuso Confuso, o Senhor dos Tempos, levado por seu pássaro mágico, voa até o espaço para decifrar o enigma. “Salve Terra” busca uma sensibilização pelos nossos atos diários.
Através de uma história fictícia, um dia que o tempo para, questionamos nossos atos de consumo. Percebemos a Terra como um grande corpo que abriga a todos os seres, e um dia para de girar porque adoece. O enredo começa com mitos cosmogonicos, segue levando a uma viagem no tempo, em linguagem poética. A criação, a habitação da Terra, o trabalho, as casas, as cidades… uma casinha do lado da outra, todos no mesmo planeta! No enredo de “Salve Terra” o herói que salva a Terra é Fuso Confuso, o próprio controlador das horas que quando o tempo para, se dispõe a subir até a Lua para buscar a resposta. Fuso Confuso é um boneco grande montado num pássaro, no
encontro com a Lua descobre que a Terra parou porque está sufocada e não pode mais girar. Recebe a missão de chamar todos os habitantes do planeta para ajudarem a encontrar a boca da terra e limpá-la.
Gratuito – Agendamento para grupos no Teatro Municipal 14 3263 0044.
Indicação acima de 4 anos – Publico em geral ir nos horários das apresentações.

Dia 12/07 – Teatro Municipal – 20h – Peça Narrativas Fabulosas
Com Giralua Cia de Artes
Sinopse: Uma lenda indígena Kayapó narra sobre um tempo que não existia frutas nem legumes, uma linda índia desceu do céu e ensinou a fazer o roçado com sementes e mudas. Em outra narrativa o Jabuti é o artista da Mata e conhecemos em três contos sobre a esperteza do jabuti na floresta, e mais uma história para contar do casamento do pescador a sereia. O conceito de fabulação nos leva ao processo dos
sonhos, algo estranho, mágico, extraordinário no sentido não cotidiano, assim os artistas pretendem intervir. Antônio Cândido com seus dizeres nos baliza e nos organiza em harmonia com seu pensamento “Não há pessoa que possa viver sem alguma espécie de fabulação”. Os contos populares são criações do imaginário do povo, resistentes ao tempo, persistentes e eternizados para divulgação do pensamento coletivo. Com este espetáculo também estaremos divulgando e homenageando a figura do contador de histórias, o ator popular que percorre todos os tempos, o orador, o narrador, o trovador, o joglar , aquele artista movido pela necessidade de dialogar com o povo, com a comunidade e com as crianças. Conteúdos memoriais, recolhidos em fontes orais pelos folcloristas Luis da Câmara Cascudo e Henriqueta Lisboa serão compartilhados. Estes escritores difundidos como colhedores de tesouros distribuídos em suas coletâneas escritas, através de suas obras, nos darão neste projeto, a oportunidade de novamente oralizar o escrito. Dramatizar contos tradicionais em linguagem dos contadores de histórias, com bonecos de vários portes e tipos de manipulação, com canções e belos arranjos, com interpretação de atores. Oralizando o escrito, promovendo e impulsionando uma vivência e uma experiência intergeracional, portanto crianças, jovens e idosos serão convidados a juntos confabularem em ambiente de sonho e encantamento que a arte de contar histórias e o contato com expressões artísticas em suas múltiplas linguagens proporcionam.
Gratuito –
Indicação acima de 4 anos
Retirada de ingressos a partir do dia 06/07

12/07 – Casa da Cultura – Filme Pontos MIS – 19h – Historietas  Assombradas (Para  crianças  Mal Criadas) – Programa 36. Idioma: Português – Gênero: Animação e Comédia – Classificação: Livre.
Três histórias que sua avó não contou, senão você ia fazer xixi na cama

Dia 14/07 – Teatro Municipal – 20h – Peça A Condessa e o Bandoleiro
Com Barracão Cultural – SP
Sinopse:  Uma condessa entediada com a nobreza sonha com uma vida de aventuras. Um temido bandoleiro vive todo e cada dia no limite do perigo. As histórias tão diferentes destes dois personagens acabam se cruzando de uma maneira lúdica e bastante brasileira.Voltado para o público de todas as idades, o espetáculo preza pela acessibilidade e democratização de sua mensagem, unindo elementos do teatro de clown e das danças e musicalidades da cultura brasileira nordestina para contar sua história. Na peça, a condessa entediada, seu acompanhante, o barão, e sua ama decidem sair da vida tediosa da riqueza e atravessar a floresta em direção a um baile. No caminho, são obrigados
a pernoitar em uma taberna, onde se encontrarão com o temido bandoleiro Zé Facada, que os colocará diante de um novo mundo que mudará suas visões de si mesmos e dos outros. Com composições originais executadas ao vivo pelos atores (e com o apoio de preparação de Dani Zulu, do grupo Barbatuques), a música tem papel fundamental para a construção da narrativa. “É, de fato, um espetáculo amarrado pelas canções e pela sonoridade”, afirma Dr. Morris, responsável pela trilha sonora. “São cerca de oito músicas, com referências de ritmos brasileiros como maracatu, frevo, xaxado e congada que buscam colocar o foco na canção como um elemento teatral”.
Gratuito – Classificação livre –  Indicação acima de 7 anos
Retirada de ingressos na Casa da Cultura à partir do dia 10/07.

 



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