Governo Bolsonaro estuda socorro a Bares e Restaurantes

Bolsonaro foi ao Ministério da Economia acompanhado do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrsel), Paulo Solmucci, para tratar de medidas de socorro ao setor, que foi fortemente impactado pelas restrições impostas durante a pandemia de covid-19.

De acordo com Solmucci, uma das demandas apresentadas ao governo foi a prorrogação da carência para pagar os empréstimos no âmbito do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), criado em meio à pandemia. Além disso, os micro e pequenos empresários, enquadrado o Simples Nacional, querem ajuda para pagar os impostos, sob o risco de serem desenquadrados do regime.

Outro pedido da Abrasel é a revisão do Benefício Emergencial (BEM), também criado durante a pandemia, que permite reduzir jornada e suspender contrato de trabalho sem funcionários sem perder o vínculo empregatício.

Segundo o presidente Bolsonaro, as demandas serão estudadas e anunciadas em até 15 dias.

A deputada estadual Leticia Aguiar (PSL) tem se manifestado desde o início da quarentena em defesa da reabertura do comércio, respeitando-se a característica de cada cidade, em especial para garantir que os comerciantes e comerciários possam levar o sustento para suas famílias: “Nosso Capitão-Presidente está sensível as reivindicações dos proprietários de bares e restaurantes, ao contrário do desgoverno Doria que aumentou as restrições. Eu não concordo com a análise feita pelo grupo de contingenciamento da pandemia, e a maioria dos prefeitos também não concordou, isso porque o plano ignorou as características de cada cidade”, disse a parlamentar.

Em recente pesquisa no setor de bares e restaurantes, dos 70 consultados, mais de 80% deles tem em sua atividade a única fonte de renda da família, ou seja, essenciais para seus proprietários e funcionários, segundo a parlamentar que criticou o governador: “O Governador não pode impedir as pessoas de trabalhar e produzir. Estou conversando com os comerciantes, o que eles querem é algo natural, simples e humanitário: querem poder trabalhar e estão dispostos a observar as regras sanitárias, até por segurança própria, de seus funcionários e fornecedores”, concluiu Leticia.

 

 

 

 

 

 

fonte: aquietrabalho.com

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