O que temos a aprender com as mulheres bilionárias

musex1Por Thaise Saeter, 03/04/2016 – Na última década, o número de representantes do sexo feminino no seleto grupo dos bilionários cresceu significativamente, e o interessante é que a riqueza acumulada está crescendo a uma velocidade superior à da verificada entre os homens. De acordo com relatório divulgado pela UBS Group, há sete vezes mais bilionárias do que 20 anos atrás. E este fenômeno global está sendo denominado de Fator Athena pelo grupo, em homenagem a deusa grega da sabedoria, coragem e inspiração. Em dados absolutos, o número de mulheres bilionárias cresceu de 22 em 1995 para 145 em 2014, o que representa um aumento de 559% durante o período. Em contrapartida, o número de novos bilionários do sexo masculino neste mesmo período cresceu a uma taxa menor, mas ainda expressiva, de 420%.

Apesar dos números das mulheres partirem de uma base menor, o Fator Athena se apresenta como uma tendência que veio para ficar e se intensificar, com novas bilionárias surgindo a cada dia, de diferentes nacionalidades e idades.

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Saindo do zero ou administrando grandes fortunas, estas mulheres possuem algumas características e habilidades marcantes que colaboram expressivamente com o empoderamento feminino no mundo dos negócios.

Entre as principais características, pode-se destacar:

1. A arquitetura da estratégia

Tanto entre aquelas que assumem negócios de família, quanto as que criam riquezas do zero, o estudo mostra que a visão estratégica para os negócios tem papel fundamental nos resultados. Essas mulheres, em geral, são mais proativas, determinadas e focam em investimentos sustentáveis, que tem a preocupação de além de gerar retornos financeiros a longo prazo, produzirem impactos sociais e ambientais positivos.

2. Paixão pela filantropia

De acordo com publicação da Fortune, entre os ultra ricos, as representantes do sexo feminino são as mais generosas em doações, principalmente por acreditarem que é um forma de transmitir determinados valores as gerações futuras. Se olharmos para o percentual do patrimônio líquido doado entre as bilionárias, verifica-se que entre as que construíram o patrimônio do zero, foram doados cerca de 13% de sua riqueza, e aquelas que herdaram, perto de 19%.

3. Mensuração de riscos

Mais cautelosas, mas também mais ousadas e dispostas a conquistar o seu lugar no clube dos bilionários. Entre as mentes estrategistas em destaque na pesquisa, o foco central está em preservação do capital e prevenção de perdas. Outro fator relevante é que geralmente assumem uma atitude positiva na tomada de risco e, consequentemente, conseguem mensurar corretamente o risco/retorno e tomar decisões melhores.

4. Educação e formação

Somada a inteligência emocional é possível verificar que com mais acesso a informação e qualificação profissional de ponta, as mulheres estão definitivamente preparadas para propor inovações e promover transformações nos setores de atuação.

Como as mulheres lidam com as finanças?

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Por Isabella Abreu, janeiro 2016 – “A mulher atual está com tudo!”. É assim que Carolina Ruhman, fundadora do site Finanças Femininas, define o momento recente da mulher brasileira. Além de estar conquistando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, ela estuda mais do que os homens (60% da população universitária do Brasil são mulheres), trabalha mais (entre o trabalho e o segundo turno das tarefas domésticas, as mulheres trabalham, em média, 10 horas a mais por semana do que os homens) e quer ter tudo: uma carreira, família e todos os desejos de consumo que tiver.

No entanto, segundo Carolina, isso não quer dizer que elas gastam mais do que eles. “Homens e mulheres têm apenas perfis diferentes de consumo. Elas compram mais ‘picado’, aos poucos, mas constantemente. Já eles gastam mais com lazer e, na hora de fazer compras, o ticket médio é maior”, diz. Carolina conta que a relação da mulher com o dinheiro é recente: somente em 1962 nós tivemos direito a ter CPF no Brasil – o que quer dizer que antes disso não dava para abrir uma conta no banco sozinha. Como ganhar, guardar e gastar dinheiro desta forma?

“Aos poucos, as mulheres vêm aprendendo cada vez mais sobre gestão financeira – e estão ficando excelentes nisso. Até porque o hábito já existia antes: 74% das mulheres brasileiras são as gestoras do orçamento doméstico. Com mais informação e ferramentas, elas se tornam cada vez melhores na tarefa que exercem há muito tempo”, ressalta Carolina.

Principal desafio é fazer sobrar dinheiro ao fim do mês

De acordo com um estudo realizado pelo instituto de pesquisas online Opinion Box em parceria com o site Finanças Femininas, o principal obstáculo em relação a finanças é fazer sobrar dinheiro ao fim do mês. Entre diversas alternativas que apresentavam dificuldades em relação a dinheiro, a principal resposta dada pelas entrevistadas foi não conseguir fazer sobrar ao fim do mês (38%). Já a segunda principal resposta foi buscar entender as diversas formas de investir (19,2%). A dificuldade de poupar pode estar relacionada com os custos da casa, já que 33% das entrevistadas assumem pelo menos metade das despesas; 21%, de fato, pagam metade das contas e 13% são responsáveis pela maioria das contas.

Há que se considerar também que quase 17% das entrevistadas são solteiras ou divorciadas e arcam com todas as contas sozinhas. É interessante notar que 37% das entrevistadas afirmaram manter conversas periódicas com o parceiro a respeito das finanças sem stress sobre o assunto. Para 13% delas, no entanto, falar sobre dinheiro é sempre motivo de brigas e gera transtorno e 7% das mulheres disseram que procuram discutir o tema o mínimo possível e até o evitam. 2% não falam sobre finanças em casa. Quando o assunto é endividamento, 72% das mulheres entrevistadas já tiveram uma dívida em algum momento da vida. Deste total, cerca de 20% gastaram de 1 a 3 anos para quitar as pendências.

Quanto ao momento atual, os dados mostram que os percentuais de mulheres sem dívidas e aquelas que estão arcando com pendências financeiras estão bem equilibrados: 51,4% estão com alguma dívida, contra 48,6% que estão livres do endividamento. Em relação ao gasto do dinheiro, quase 53% das mulheres disseram ser consumistas, ante 47% que se consideram ponderadas. Já quanto ao uso do cartão de crédito, a maior parte das entrevistadas garante que mantém os gastos sob controle. Pelo menos 6 em cada 10 mulheres disseram que sabem exatamente qual é o valor da fatura ao fim do mês. Na outra ponta, quase 20% disseram que o valor da fatura é sempre uma surpresa. Já 20% das entrevistadas disseram não possuir cartão de crédito.

O cuidado com o orçamento é uma preocupação da maioria das entrevistadas. No entanto, chama atenção o fato de quase 27% das entrevistadas terem dito que não controlam os gastos. Quanto aos métodos de controle, de forma geral, a maioria prefere controlar os gastos do jeito mais convencional, anotando tudo à mão (40%), seguido da planilha de gastos (24%), o arquivamento de extratos (19,3%) e, por fim, o uso de aplicativos (6,8%).

Mulheres e Investimentos

Quando o assunto é investimentos, as mulheres normalmente são conhecidas por serem mais conservadoras do que os homens. No entanto, de acordo com Sandra Blanco, autora dos livros “Mulher inteligente valoriza o dinheiro” e “A Bolsa para mulheres”, isso não passa de um mito.

“Depois que distingue o terreno onde está pisando, ou seja, que adquire informações, conhecimentos e entende o risco que está envolvida, a mulher pode ser uma investidora mais agressiva do que um homem”, afirma.

Carolina Ruhman acredita que as mulheres são menos familiarizadas com o mercado financeiro e por isso buscam mais informações. “Com isso, podem até conseguir retornos maiores e mais consistentes nos seus investimentos. Falta quebrar a barreira de que elas não sabem nada sobre investimentos e é melhor deixar isso para os pais ou maridos. Além disso, é preciso uma linguagem mais acessível”, diz.

De acordo com um levantamento do Instituto Assaf, a participação das mulheres na Bolsa de Valores atingiu o auge em 2012, com 25,30% dos cadastros, mas veio recuando nos últimos anos. Desde 2008, a relação entre homens e mulheres está praticamente estável.

Segundo Sandra Blanco, a situação econômica é a razão pela participação da mulher não ter avançado nos últimos anos. “As ações das empresas que eram tidas como investimentos defensivos, do setor de energia elétrica, sofreram com a ingerência do governo. Vale sofreu com a queda das commodities. Petrobras envolvida na Lava Jato. Muita gente perdeu dinheiro com ações do grupo X. Foram sucessivos anos de prejuízos nos investimentos em ações. Por fim, as perspectivas de futuro ainda são nebulosas. Nesse contexto, não há estímulos para investir em ações”, lamenta. “Para aumentar a participação feminina na Bolsa, está faltando um ambiente econômico favorável”, completa.

Dinheiro: Mulheres é que assumem a gestão 

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Um estudo da MasterCard revela que, mais do que uma tarefa complicada, os europeus gostam de monitorizar o seu dinheiro – e as mulheres dominam o controlo das finanças domésticas. Cerca de 80% dos europeus gostam de manter um olhar atento sobre o seu próprio dinheiro e procuram formas cada vez mais rápidas e eficazes de controlar os seus gastos, revela um estudo pan-europeu patrocinado pela MasterCard. De acordo com as informações obtidas nos seis países europeus que integram o estudo, 77% das pessoas confere com regularidade o saldo da sua conta bancária e 79% sabem exatamente qual o limite do seu cartão de crédito.

«Com o acesso e o controlo das contas bancárias amplamente acessíveis on-line e através de aplicações móveis, as pessoas estão a tornar-se financeiramente mais atentas que nunca, com 76% a tirar partido da tecnologia e a gerir online as suas finanças», aponta a MasterCard. Quando se trata da velha questão de quem normalmente “puxa os cordões à bolsa”, as mulheres surgem mais envolvidas com assuntos associados ao dinheiro. O estudo indica que 83% das mulheres afirmam manter o controlo das finanças domésticas, em comparação com os 78% dos homens. As mulheres também são mais propensas a verificar regularmente o saldo da sua conta corrente (79% das mulheres contra 74% dos homens). Isto contrasta com a noção que os homens possuem sobre o seu verdadeiro poder de decisão sobre a economia doméstica, já que 62% afirma tomar a maioria das decisões sobre o seu orçamento doméstico.

Mulheres, o sexo forte! 

Por Samuel Magalhães, março 2016 – Ainda há quem diz que as mulheres são o sexo frágil! E, por incrível que pareça, algumas pessoas – mulheres inclusive – concordam com essa afirmação. Se você também concorda, sugiro que pegue um dicionário e vá em busca do significado desse vocábulo. Nada poderia estar mais longe da verdade do que essa observação! Não estou dizendo que haja algum problema com ser frágil, nem mesmo que as mulheres deveriam ser diferentes, mas o fato é: a mulher é o sexo forte! Nas últimas décadas, as mulheres vêm, dia a dia, ocupando um espaço de maior relevância na sociedade. O tempo em que o papel delas era ser mãe, esposa e dona de casa ficou para trás e certamente não voltará mais.

Atualmente, o que vemos são mulheres independentes, ocupando posições de liderança no mercado de trabalho, abrindo suas próprias empresas e prosperando financeiramente. E o melhor? Sem depender de homem nenhum para isso! Demorou um pouco para as mulheres se darem conta do seu potencial, mas agora que perceberam, ninguém mais as segura. Talvez você esteja se perguntando: “Ok, tudo isso aconteceu, mas o que eu tenho a ver com isso? De que forma isso influencia na minha vida”?

Essa mudança de paradigma tem transformado tudo e todos ao nosso redor. Algumas funções antes restritas ao universo masculino passaram a ser ocupadas por mulheres; Cargos de lideranças em empresas multinacionais que antes eram ocupados por homens na casa dos cinquenta anos, hoje estão nas mãos de mulheres na casa dos trinta.

A economia nunca precisou tanto das mulheres

O mundo empresarial que antes era de maioria absoluta dos homens, hoje está sendo invadido por empresárias que tem deixado muitos marmanjos no chinelo. Lembro-me de um desenho que eu assistia na minha infância, chamado “Pinky e o Cérebro”. O desenho narra a trama de dois camundongos que tinham como objetivo dominar o mundo. Ao que parece, tal desenho serviu de inspiração para muitas das mulheres em destaque que vemos hoje mundo afora. Mas fiquemos tranquilos, homens, as mulheres não irão dominar o mundo! Sabe por quê? Porque elas já dominaram! E a pior parte para nós é que ainda não dos demos conta disso. Talvez, na hora em que a ficha cair, seja tarde demais.

Quer seja para nossas carreiras, nossas empresas ou nossas finanças, temos muito a aprender com as mulheres. Elas são visionárias, determinadas, inteligentes e mais habilidosas que nós para a maioria das atividades que o mundo exige.

Ficamos por um longo período “no trono” e por méritos próprios, elas foram lá e nos destituíram. Se você não concorda comigo, olhe ao seu redor. Olhe na sua empresa, na sua família, na sua vizinhança… Olhe para onde quiser, as evidências estão por todos os lados. As mulheres já estão no comando! E o que será de nós, homens, agora? Bem, eu não sei! Teremos que ter humildade para aprender com as mulheres e tentar descobrir, afinal elas sempre têm todas as respostas!

Independência financeira

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“Ai, meu Deus! O que é que há? A nega lá em casa não quer trabalhar. Se a panela tá suja, ela não quer lavar. Quer comer engordurado e não quer cozinhar…”. Os versos são do samba “Vá morar com o diabo”, de Clementino Rodrigues, músico que ganhou fama entre as décadas de 30 e 40. Apesar do contexto ser antigo, a música não deixou de fazer sucesso ao longo dos anos, ganhando inclusive novas interpretações de Cássia Eller e Caetano Veloso, já no século XXI. Em mais de uma ocasião, o sambista declarou que não gosta da composição porque a letra maltrata as mulheres, mas não deixou de cantar a música.

O retrato engessado da mulher que é esperada para atendar somente às atividades domésticas já amarelou. E por mais que a velha percepção ainda permeie os argumentos e pensamentos velados de muitos, o perfil feminino mudou. Desde o empoderamento no mercado de trabalho, até as responsabilidades que assume na família e a autonomia para lidar com as próprias finanças, a mulher vem acumulando conquistas e dilemas ao longo do tempo.

Na visão da planejadora financeira Gisele de Andrade, as mulheres das novas gerações estão sendo mais preparadas para assumirem cargos de maior relevância, mas no contexto atual o público feminino vive sob diferentes tipos de pressão. “Ela é cobrada para ocupar o mesmo lugar que os homens no mercado de trabalho. Quando tem filhos, passa a viver por eles. Ela acaba sem tempo para cuidar de si e estudar os instrumentos para cuidar da educação financeira, e isso inclui a formação do patrimônio”, avalia. A especialista ressalta ainda a importância de reverter essa cultura para que a mulher não se sinta desaminada pelo cansaço na hora de cuidar das próprias finanças.

COMO AMENIZAR AS COBRANÇAS

O excesso de responsabilidades também se traduz em números. Pesquisa por amostragem feita recentemente pelo instituto Sophia Mind, com base em entrevistas feitas com mais de mil mulheres em todo o país, apontou que 42% delas contribui para o pagamento das contas em casa. Além disso, mais de 60% é responsável por controlar o orçamento da família.

Para equilibrar essa balança, a professora Regina Madalozzo, especialista em economia de gêneros, pondera que uma das mudanças necessárias é o equilíbrio das responsabilidades domésticas entre homens e mulheres. “Eu espero uma divisão mais igualitária. Não são decisões difíceis de serem tomadas, mas elas exigem muita responsabilidade. Dentro de casa, vejo que ainda estamos caminhando muito lentamente neste sentido, o peso para mulheres e mães em geral ainda é muito grande”.

O planejador financeiro e sócio da Trevisan Consultoria, Roni de Oliveira Franco, enxerga de um modo positivo as mudanças que vem acontecendo. “Até o fim desta década nós teremos um envolvimento ainda maior das mulheres no mundo dos negócios e também decisões de família de forma compartilhada com o marido”. Ele faz a avaliação com base em questões recentes, como a presença de mulheres em cargos de liderança de empresas de tecnologia nos Estados Unidos. “A mulher hoje entra em segmentos de mercado que antes não tinha participação”, completa.

OS DESAFIOS DA FORMAÇÃO

A professora Regina Madalozzo contextualiza ainda as diferenças da criação entre os gêneros e a forma como isso impacta na relação que as mulheres têm com o dinheiro. “Somos criadas para sermos cuidadosas, mais conservadoras, para estarmos sempre protegidas. As mulheres acabam sendo mais cautelosas na hora de tomar riscos, tanto para investir, quanto para empreender. Elas começam com investimentos e empreendimentos menores e vão construindo um crescimento controlado”, avalia.

Ela analisa ainda que a consequência deste comportamento tem os dois lados da moeda. Ao passo que a mulher se priva de oportunidades de ganhar muito dinheiro rapidamente, por evitar tomar grandes riscos, por outro acaba se protegendo de grandes prejuízos que podem acontecer ao assumir um risco elevado. A especialista acrescenta ainda que os efeitos disso aparecem também no mercado de trabalho. “Tem também a questão da educação que é dada para lidar com a competição. Alguns estudos mostram que as mulheres desempenham muito bem as funções que lhes são atribuídas no trabalho, mas muitas delas desanimam quando são colocadas em um ambiente de competição”.

Aliado a este contexto da educação diferente para cada gênero, ela apresenta um dado que mostra que ainda há desequilíbrio no mercado de trabalho entre os dois sexos. “Nos últimos dez anos o Brasil ainda manteve uma diferença salarial de aproximadamente 17% entre homens e mulheres, um percentual bem similar ao dos Estados Unidos”.

VALORIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO

A questão do comportamento mais conservador na hora da tomada de risco pode contar como uma vantagem na hora de organizar a vida financeira pessoal. A planejadora Gisele Andrade avalia que muitos dos percalços que passamos vem de uma cultura que valoriza mais o consumo do que o sacrifício que temos para conquistar o dinheiro.

“As pessoas têm complexo de ser pobre, querem aparentar ter dinheiro. Se você aceita pagar R$ 600 para um encanador consertar um furo, em um serviço que ele gasta meia hora, ele está ganhando um salário de executivo. É preciso pensar no custo das coisas pela hora trabalhada”, exemplifica.

Ela completa ressaltando a mesma ponderação e equilíbrio na hora de lidar com o crédito, com o dinheiro que é guardado para o futuro e com as despesas pessoais. Se a mulher fizer uma avaliação de autoconhecimento sobre as próprias finanças, sobre o que ganha, o que gasta e o que precisa ser ajustado, ela deixa de depender de terceiros para cuidar do dinheiro, mesmo quando passa por situações complicadas financeiramente. “Se estou organizada, os imprevistos me atingem de uma maneira menor, é um problema a menos que eu tenho”, finaliza.

Seja no mercado de trabalho, na autonomia financeira ou na posição que ocupa dentro da família, a realidade feminina é de uma constante luta por conquistas e equilíbrio. Com tantas mudanças ao longo do tempo, é preciso que a mulher se veja livre dos clichês para sentir-se mais segura quanto à forma de conduzir a vida profissional e financeira. Discutir o assunto nunca é demais e este espaço sempre estará aberto no Finanças Femininas, afinal, essa luta é de todas nós, meninas!

Fonte: http://dinheirama.com/
http://trendy.pt/
http://financasfemininas.uol.com.br/

 

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