Piadas de português (2)

Camuflagem na guerra

Estava tendo uma guerra entre portugueses e alemães, ambos os lados estavam camuflados e não era possível matar ninguém, até que um alemão teve uma ideia, ele chamaria pelo nome e os portugueses que aparecessem eles matariam. Então, o alemão gritou:

— Ô Manuel!

Uma grande quantidade de portugueses se levantou e os alemães metralharam todos.

Os portugueses, vendo que metade do exército tinha morrido resolveu revidar. Pensaram, tudo quanto é alemão se chama Fritz. Então gritaram:

— Ô Fritz!

O batalhão inteiro da Alemanha se levantou e gritou:

— Não tem nenhum Fritz aqui!

E os portugueses:

— Ah, se tivesse…

Amor de verdade

No restaurante, Manoel se abre para o seu melhor amigo:

— Eu sou o gajo mais feliz do mundo! A minha mulher me ama de verdade!

— Ora pois — estranha ele — E por que você está falando isso justo agora?

— Ah, ontem eu fiquei de cama por causa de uma gripe forte e ela me surpreendeu!

— Continuo sem entender…

— Calma, deixa eu terminar! Ela estava tão feliz de eu estar em casa que não conseguia se conter! Pra qualquer pessoa que batia a nossa porta, até pro carteiro e pro leiteiro, ela gritava, cheia de entusiasmo: “O meu marido está em casa! O meu marido está em casa!”

Aprender chinês rápido

Joaquim vai até uma escola de idiomas e pede:

— Por favor, eu queria aprender chinês em um mês!

— Um mês? – pergunta a atendente assustada – Meu senhor, nós não temos cursos tão rápidos! É impossível aprender um idioma em tão pouco tempo! O senhor realmente precisa aprender com tanta urgência?

— Sabe o que é, senhorita? Eu adotei um chinesinho de 11 meses e logo logo o danadinho está falando! Se eu não aprender logo chinês, como vou entendeire o que o pequeno está dizendo?

Cara de tristeza

Joaquim encontra Manoel.

— Como vais, ó Manoel. Por que essa cara tão triste?

— É que eu vou ser pai.

— Parabéns! Mas por que essa tristeza?

— É que não sei como dar a notícia à minha mulher.

Serviço na quadrilha

Joaquim chega ao Brasil em busca de trabalho e o que ele encontra é essa situação de desemprego, tudo consequência dessa tal de globalização neo-liberal. Procura, procura e só aparece um serviço numa dessas quadrilhas de, digamos, varejo de substâncias etc e tal. Mas, o que fazer? A crise é braba e tem de ser enfrentada com criatividade.

E o nosso querido Joaquim recebe o primeiro serviço: levar a um país vizinho uma carreta roubada, com uma carga roubada e trocar toda a mercadoria por droga. O chefe da quad…, perdão, o Supervisor de Operações dá as instruções: como ele deve fazer ao encontrar barreiras policiais, postos de fiscalização, quais as estradas alternativas e tudo o mais. E o Supervisor de Operações finaliza:

— Troque tudo por coca.

— Eu cuido disso, chefe— diz ele. — Não há por que te preocupares.

E lá se vai o Joaquim. Segue as instruções, provê os incentivos adequados a cada momento da viagem, segue pelas estradas alternativas etc etc. E não é que o gajo até que está se saindo muito bem?

Ao voltar ao Brasil, ele vai direto à Central de Operações da quad…, que coisa! perdão mais uma vez, o Joaquim vai direto à Central de Operações da Organização e apresenta-se ao Supervisor de Operações.

— Missão cumprida, senhoire — diz o Joaquim.

— Fez tudo conforme as instruções? — pergunta o supervisor.

— Tudo perfeito, chefe. Só houve um pequeno probleminha. Lá onde entreguei a mercadoria, não havia coca. Aí eu trouxe pepsi mesmo.

Passagem de ida e volta

Manoel chega na agência de viagens e pede:

— Uma passagem de ida e volta, se faz favoire.

— De ida e volta para onde, senhoire?

— Para aqui, ora pois, pois.

Problemas na aeronave

A aeronave da BUFIL (Bruta União de Fortalezas que Isvoaçam o Litoral, segundo o comandante Zé Vasconcelos) está com problemas a bordo. Os motores fazem um barulho estranho. Preocupado, o comandante Manoel pega o celular e liga para a torre de controle.

— Alô, torre de controle. Aqui é o Manoel. Minha aeronave está com problemas no motor. Estou a perder altura. Aguardo instruções.

— Alô, Manoel. Aqui a torre de controle. Diga-nos sua posição e altura.

— Alô, torre de controle. Vou dizeire as informações que estás a pedir-me. Posição: sentado. Altura: um metro e setenta e dois sem as chinelas.

— Registado, Manoel. Agora, a rota.

— AROOOOUUUUTTT!

Paixão pelo teatro

A grande paixão do Joaquim, um português de origem lusitana, é o teatro. Ele é concluinte de um curso de interpretação e já participou de várias peças, mas todas elas como disciplinas do curso. Sua grande oportunidade ainda não havia chegado. Mas não por falta de esforço. Ele já havia visitado todas as companhias de teatro, viajou a outras cidades, esteve em todos os estúdios de televisão para tentar um papel, uma pontinha, uma figuração numa novela, mas não está fácil. A resposta é sempre a mesma: “nosso elenco está completo”, “no momento não estamos contratando ninguém”, essas desculpas. Mas ele é muito persistente. No dia seguinte, na outra semana, no outro mês lá está ele de novo, mais uma tentativa, mais uma conversa, mais uma esperança. “Quem sabe não é hoje?”

Eis que, um dia, surge a oportunidade de realizar o seu grande sonho. Ele é convidado, quer dizer, de tanto insistir ele conseguiu uma pontinha numa peça que será apresentada no principal teatro da cidade. Ele recebe o texto com a sua fala – uma fala. Não é exatamente o papel principal. Também não se pode dizer que é um papel secundário. Na verdade, ele tem uma entrada em cena e uma fala. Numa certa hora ele deve entrar e falar: “Aqui estou eu, minha rainha.” É tudo. Ah! Que felicidade! Um grande astro vai surgir na constelação… A partir desse momento, Joaquim passa todo o tempo decorando o texto, testando inflexões, exercitando a voz, ensaiando a marcação, fazendo laboratório, essas coisas todas que os grandes astros e estrelas costumam fazer. Sua estreia vai ser um estouro! Ele não vê a hora de adentrar o palco e apresentar-se diante de uma plateia ávida por conhecer o seu grande talento. E chega o grande dia: a estreia. Lá está o Joaquim devidamente caracterizado a espera da hora de entrar em cena. Desde o primeiro minuto, ele fica bem pertinho do diretor. Colado nele.

— É agora? Entro? — pergunta ele logo no início do primeiro ato.

E o diretor:

— Não. Agora não. Espere.

E Joaquim, impaciente, pergunta a cada instante:

— Já entro?

— Agora?

— É minha hora?

E fica a torrar a paciência do diretor. E haja paciência…

— Vou?

— Comé-quié? Entro ou não entro?

No finzinho do terceiro ato o traidor mata o rei. Logo depois, deve entrar o nosso grande astro. E o diretor avisa:

— É agora. Vai.

Ele entra em cena e a rainha, a principal personagem representada por uma grande estrela, lá está a esperar a fala dele para dar sequência ao espetáculo.

O Joaquim finalmente diz a sua tão esperada e ensaiada fala:

— Aqui estou eu, minha rainha!

— Chegaste tarde! Mataram o rei!

O nosso grande astro faz uma reverência e completa:

— Eu bem que poderia ter evitado essa tragédia, minha rainha. Há muito tempo que eu queria entrar, mas aquele gajo ali não deixava.

Frase secreta do agente

Um agente do Serviço Secreto Português foi enviado a uma das colônias portuguesas para obter informações sobre as atividades dos grupos que lutavam pela independência dessa colônia. Ele deveria ir até uma determinada cidade e lá procurar o agente local de nome Manoel. O reconhecimento mútuo dar-se-ia através de uma senha. Assim que chegou à cidade, ele tomou um táxi e, enquanto ia para o hotel, conversava com o motorista.

— Estou a procura um homem de nome Manoel. Será que o senhor o conhece?

— Aqui tem muita gente com esse nome — disse o motorista. — O dono da padaria chama-se Manoel, o dono da farmácia também chama-se Manoel. Conheço três mulheres que são viúvas de homens que se chamavam Manoel. Esse é o nome mais comum aqui na cidade. Eu mesmo me chamo Manoel.

O agente pensou um pouco e achou que devia fazer um teste com o motorista. Quem sabe não seria ele o elemento de contato? E foi dizendo, de uma maneira bem casual, a frase-senha:

— O dia está calmo e as pessoas estão felizes. Há poucos carros nas ruas.

Ouvindo isto, o motorista falou:

— Ah! O senhor está a procurar o Manoel, o agente secreto. Ele mora ali ao lado da igreja. Vamos até lá.

Medo de Velocidade

Joaquim, mal tira a carteira de motorista, compra seu primeiro carro, uma possante Ferrari e vai mostrar o
carro a Maria. Os dois saem pela estrada a mais de duzentos quilômetros por hora. Maria está apavorada, pois tem medo de velocidade. A certa altura, ela diz ao Joaquim:

— Reduz um pouco a velocidade, ó Joaquim. Toda vez que tu entras numa curva eu fecho os olhos.

— É? — diz Joaquim. — Tu também?

Inauguração do Cinema

Dia da inauguração do cinema 180 graus em Portugal. Terminada a sessão, ninguém saía da sala. Manuel, o dono do cinema, foi ver o que estava a acontecer. Tomou o maior susto: todos os espectadores estavam mortos. Mandou fazer a limpeza e faxina na sala e começou a outra sessão. Aconteceu a mesma coisa: todos mortos. Após a nova faxina, Manuel tomou uma decisão:

— Vou reduzir a temperatura para a metade.

Endereço do bar

Joaquim combina com Manoel para irem tomar cerveja em um bar. Ao telefone, eles conversam.

— Como é o nome do bar? … Como? … Eu não sei onde é que fica, ó Joaquim.

— É bem aqui na Rua da Porta Baixa, ó Manoel. … Não tem erro. É só perguntar, afinal de contas, quem tem boca vai a Roma. … Combinado. … Te espero às oito.

Às oito em ponto lá está Joaquim esperando Manoel conforme combinado. O tempo passa e, já de madrugada, o telefone celular de Joaquim toca. É Manoel.

— Eu me perdi, ó Joaquim.

— Mas eu não te falei onde fica o bar, Manoel? Se não sabes onde fica é só perguntar, ó pá, pois quem tem boca vai a Roma.

— E de onde é que tu pensas que eu estou a falaire?

Tragédia no jockey club

Joaquim vai ao Jockey Club. Tarde muito chique. Muita gente. Gente demais, até. Mulheres elegantes, cavalheiros elegantes, jockeys elegantes, cavalos elegantes. O páreo principal vai começar. Tumulto próximo à pista, bem no lugar onde encontra-se o nosso Joaquim. Todos querem ver a partida. Um tremendo empurra-empurra. Gente caindo na pista no momento em que os cavalos dão partida. Corta para a casa de Joaquim. Ele entra em casa todo quebrado. Parece ter sido atropelado por uma jamanta. Maria, a dedicada esposa do Joaquim, fica preocupada: jamais o vira nesse estado.

— O que fizeste, ó Joaquim? O que houve?

— Nem imaginas, Maria. Uma tremenda confusão lá no Jockey. No empurra-empurra junto à grade, me empurraram e caí na pista. Quando dei conta de mim, havia um jóquei montado em minhas costas.

— E o que fizeste, ó Joaquim?

— Tu deverias ter visto a tragédia. Corri o mais que pude, mas só consegui o quarto lugar.

Dois cavalos de herança

Os irmãos Joaquim e Manoel ganharam de herança dois cavalos — um para cada um. Para evitar confusão, eles resolveram mandar cortar as orelhas de um dos cavalos. Manoel ficaria com o das orelhas cortadas e Joaquim ficaria com o das orelhas inteiras. Na hora de fazer o serviço, o veterinário se atrapalhou todo e terminou cortando as duas orelhas dos dois cavalos.

— E agora? O que fazer?

— Vamos fazeire um sorteio — sugeriu o Joaquim.

Fizeram o sorteio. Joaquim ganhou o cavalo branco e Manoel ganhou o cavalo preto.

Desconfiando das esposas

Três amigos trocam confidências em um bar.

— Eu acho que minha mulher está me traindo com um marceneiro — diz o primeiro. — Ontem eu encontrei um serrote e um martelo na cama.

— Eu também — diz o segundo. — Acho que minha mulher me trai. E é com um mecânico. Semana passada, encontrei duas chaves em cima da cama.

— Tenho certeza de que minha mulher está a trair-me — diz o terceiro. — E é com um cavalo.

— Um cavalo? Como sabes, ó Manoel?

— É que ontem, ao chegar em casa, havia um jóquei na cama.

Remédio para diarreia

— Joaquim, desde ontem que estou com diarreia. Já tentei de tudo, Joaquim. O que é que eu faço?

— Experimente banana, ó Manoel. Dizem que é muito bom.

No outro dia:

— E aí Manoel, melhorou da diarreia? A banana resolveu?

— Em parte, Joaquim, em parte. Mas cada vez que tiro a banana, a diarreia recomeça.

Tristeza da Maria

A Maria estava muito, mas muito triste, mesmo. Vivia chorosa, andando pela casa, até que um dia o Manoel perguntou:

— Ó Maria! O que acontece com você?

— Eu estou muito desolada com a sua falta de interesse no nosso casamento, Manoel.

— Por que, Maria?

— Sabes de uma coisa? Você não me procura, Manoel!

— Ai, é isso? Eu sei que não te procuro, Maria. Mas também, tu não te escondes!

Curva perigosa

Um português estava dirigindo em uma estrada, quando viu uma placa que dizia: “Curva Perigosa à Esquerda”.

Ele não teve dúvidas: Virou à direita!

Buzina bem forte

O Manoel leva o carro numa oficina.

— Qual o problema? — pergunta o mecânico.

— Queria colocar uma buzina bem forte… mas bem forte mesmo!

— Tudo bem, podemos colocar uma buzina de caminhão!

— Não dá pra ser mais forte ainda?

— Mas por que você quer uma buzina tão forte?

— É que os freios estão falhando!

Examinando o português

O médico examina o português e diz:

— Diga três vezes 33.

O portuga não diz uma palavra.

— Diga três vezes 33! — repete o doutor.

E o portuga, nada.

— Vamos, seu Manoel. Diga três vezes 33.

O gajo faz um esforço enorme e diz:

— É 99! Ufa… Pensas que eu sou uma calculadora?

Ajuda do português

O homem queria conquistar uma menina, filha de um fazendeiro dono de várias terras. Para ajudar, ele chamou o seu amigo português.

Chegando na casa do fazendeiro, o homem pediu ao português que aumentasse tudo o que ele falasse. Quando entrou na casa do fazendeiro, o homem já recebe uma pergunta:

— Então, você mora aonde?

— Eu moro em uma chacrinha bem pequena.

E o português falou:

— Chacrinha? Aquilo é terra que não se acaba mais!

— E você cria bois lá?

— Crio alguns, bem magrinhos.

— Alguns? Bem magrinhos? Aquilo é um monte de boi gordo, raio! — exclamou o português.

O homem tem uma crise de tosse bem na hora da conversa, e o fazendeiro pergunta:

— Você está gripado?

— É… é só um resfriado.

— Resfriado? Isso aí é uma tuberculose…

O Crime do português

Casado com uma mulher que era uma verdadeira bruxa de tão ruim, e tremendamente infeliz com o seu casamento, o português resolve pedir o divórcio de uma vez. A mulher, ruim como ela só, além de dizer que não daria, promete azucrinar o coitado para o resto da vida. Sem outra saída, e inspirado por um filme que assistira na televisão, Manoel resolve se livrar da mulher. Planeja todo o crime, passo-a-passo e, enquanto ela dormia, dá-lhe algumas facadas, arrasta o corpo até a sala, faz um buraco no chão e enterra o cadáver. Quinze minutos depois, no momento exato que terminava de limpar toda a sujeira, arrombam a porta.

— O senhor está preso! — diz em alto e bom som o policial.

Sem esboçar nenhum gesto de defesa, ele se entrega. No tribunal, diante do juiz, intrigado com a esperteza dos policiais, ele pergunta:

— Mais, me diga uma coisa, ó sinhoire juiz. Como foi que vocês fizeram para descobrir tão rápido o crime, me diga? Pois no filme que eu vi pela TV, o gajo fez a mesma coisa e só descobriram 30 anos depois!

Ao que o juiz responde:

— Foi muito fácil. Certamente o cara morava numa casa e não num apartamento como o senhor…

Português não é burro

Portugal resolvera provar que esta estória do Português ser burro era tudo invenção. Então reuniu 50 mil portugueses em um estádio de futebol em Lisboa para um teste. O locutor pediu um voluntário para o teste e lá foi o Manoel.

— Senhor Manoel, me diga quanto é três mais três?

— Ora, esta é fácil, é 7.

— Sinto muito, mas…

A multidão começou então a berrar:

— Mais uma chance, mais uma chance!

O locutor concordou:

— Então me diga quanto é dois mais dois?

— Ora, mais fácil ainda, é 5.

— Não, eu realmente…

E a multidão:

— Mais uma chance, mais uma chance, mais uma chance…

— Tudo bem, pela ultima vez; quanto é um mais um?

— Dois.

E a multidão prontamente:

— Mais uma chance, mais uma chance!

Piada para se salvar

Quatro soldados de diferentes países — um americano, um japonês, um espanhol e um português — encontravam-se presos em um campo de concentração.

O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste em que todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento.

E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade o portuga, clamou: “Matem esse americano sem graça!”

E lá se foi o pobre gringo…

O próximo era o japonês: contou a piada mais engraçada que conhecia.

Mais uma vez, todos riram, menos o portuga. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou: “Matem esse japonês que não sabe contar piadas!”

E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o portuga caiu na risada. E passou a rir sem parar. O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:

— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada… Do que está rindo?

— Muito boa a piada do americano!

Português no puteiro

O português chega no puteiro e diz:

— Quanto custa para levar uma dessas suas prostitutas para casa?

A balconista responde:

— Depende do tempo…

O português completa:

— Suponhamos que chova!

Cachorrinho perdido

O português chegou todo esbaforido naquela empresa que fazia faixas e cartazes e foi logo dizendo:

— Meu cachorrinho se perdeu e eu quero mandar fazer uma faixa bem grande!

— Pois não, meu senhor! Quais os dizeres?

— Totó, volte logo! Estou muito triste!

Muito peito

Perguntaram para o Seu Joaquim:

— Seu Joaquim, você gosta de mulher com muito peito?

— Eu não! Pra mim, dois já é suficiente!

Dinheiro na meia

Era dia de pagamento e Manoel foi ao banco receber seu salário. Como era muito esperto, por segurança pegou todo seu dinheiro e colocou na meia. Após sair do banco andando pela rua um ladrão o aborda e diz:

— Vamos passa o dinheiro, no sapatinho!

E o português pegando o dinheiro que havia escondido pensava:

— Esse filho da puta… além de ladrão é adivinho!

Amor ou interesse?

— Diga-me Manoel, tua mulher faz sexo com você por amor ou por interesse?

— Olha Joaquim, eu acho que é por amor…

— Como é que você sabe?

— Porque ela não demonstra nenhum interesse!

Não gostou na viagem

O Manoel estava voltando da viagem que fizera ao Brasil. Chegando no aeroporto, seu amigo Joaquim o esperava.

— E aí Manoel, como foi de viagem?

— Muito bom…

— E o que tu mais gostaste no Brasil?

— Ah, das praias, da mulherada! É Uma maravilha!

— E do que tu não gostaste?

— Ah, das escadas rolantes. Tu acreditas que um dia eu estava subindo e acabou a energia elétrica… Eu fiquei lá parado em pé por mais de 2 horas!

– Ê Manoel, mas tu és burro hein! Por que tu não te sentaste?

Taxis de São Paulo

Manoel, pretendendo viajar para São Paulo recebe a advertência de Joaquim:

— Cuidado Manoel, porque em São Paulo os taxis “voam baixo”.

Cá chegando, Manoel toma o taxi e diz ao motorista:

Para a Avenida Rebouças. E o taxista lhe pergunta:

— A que altura?

Manoel sem rebuços retruca:

— Se passares de vinte centímetros dou-te uma porrada!

Gênio dos ovos

Manoel estava passeando com um amigo brasileiro até que de repente tropeçou em uma lâmpada mágica. De dentro dela, saiu um gênio muito impaciente, que disse:

— Eu vou dar três ovos pra cada um de vocês! Quando vocês decidirem os seus três desejos, é só quebrá-los e eles se realizarão! Fui…

Os dois ficaram surpresos vendo o gênio sumir, mas levaram os ovos para casa. O brasileiro chegou em casa e já foi quebrando os três de uma vez.

— Eu quero muito dinheiro, mulheres e um carrão! — pediu ele. Logo apareceu dinheiro por todas as partes da casa, mulheres nuas no sofá e na cama e uma Ferrari vermelha na garagem.

Então ele juntou um pouco de dinheiro, pegou a Ferrari, colocou a mulher mais gostosa do seu lado e correu pra casa do seu amigo Manoel. Chegando lá, ele encontrou o português sentado no sofá, cabisbaixo e exclamou:

— Pô, Manuel, o que houve? Cadê as mulheres? Cadê o dinheiro?

— Ah, eu cheguei em casa e coloquei os ovos na geladeira até decidir o que eu queria pedir! Quando enfim tomei a primeira decisão, o ovo escorregou da minha mão e eu gritei “Cacete!”. Logo apareceram cacetes e mais cacetes por todas as partes da minha casa. Então eu nem tive tempo de pensar, peguei o segundo ovo e gritei “Que sumam todos os cacetes!”.

— Tá bom, mas sobrou um ovo! — gritou o brasileiro, desesperado. — O que você desejou com o terceiro ovo, homem de Deus?

— Ah, eu tive que gastá-lo pra pedir o meu cacete de volta!

| PORTUGUES 1  |   BÊBADO 1   |   LOIRA 1   |   JOÃOZINHO 1  |

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