Sobre nós

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O jornalista Benedicto Antonio Carlos Blanco, idealizador deste site, nasceu em Lençóis Paulista no dia 23 de junho de 1948. Filho do casal José Lourenço Blanco e Aparecida  Romero Blanco e tem cinco irmãos: Odair, Nanci Adão, Ademir e Waldir. Com apenas 12 anos  de idade começou a trabalhar no jornal O Eco, cuja redação era na rua Ignácio Anselmo nº 139, centro de Lençóis Paulista. Com 19 anos, a convite do deputado Padre Calazans, amigo do dr. Luiz Gonzaga, então médico em Lençóis, foi tentar a sorte no jornal Folha de São Paulo, na capital do estado. Adquiriu experiências, fez diversos cursos de jornalismo, conheceu feras como Lourenço Diaféria, Carlos Chagas, Heródoto Barbeiro, entre outros. De volta para Lençóis, trabalhou na Tribuna Lençoense, O Eco, fundou em 1970 no período em que estava em São Paulo, o jornal O Regional. Esse jornal semanário era impresso em Lençóis, mas circulava em todas as cidades do centro-oeste do estado. Ainda em Lençóis emprestou seus conhecimentos aos jornais Primeira Hora, A Cidade, Folha de Lençóis, Gazeta de Lençóis, O Menor, Mensageiro da Fé, O Mensageiro, Correio de Lençóis, Correio Lençoense, Correio Regional, Projeto Rondon, Gazeta do Oeste, Noticias da Zona Norte, O Tempo, e um sem número de pequenos jornais de empresas e políticos. Escreveu ainda algumas  peças para teatro sendo que duas delas ganharam destaque na mídia paulistana. “Sob o Ronco do Cocão” e “Mão Seca no Guatambu” foram encenadas por renomados artistas da capital do estado. Fez ainda três pequenas revistas para comemorar o aniversário de Lençóis Paulista  (1998, 1999 e 2000). Colaborou com o historiador Alexandre Chitto em vários livros sobre a história da cidade. Participou de três  antologias editadas pela Diretoria de Cultura de Lençóis paulista  e atualmente Benedicto Blanco é freelancer de diversos jornais do país e mantém um site www.lencoisnoticias.com que traz muitas informações atualizadas e resgata a história do município.

Como começou

Em meados de 1962, trabalhou durante 2 meses nas oficinas do jornal O Eco. Em 13 de dezembro de 1963, Benedicto Blanco estava parado defronte à tipografia O Eco, (rua Ignácio Anselmo, 139) quando um senhor de 62 anos se aproximou dele e perguntou: “O que você quer  menino?” … “quero trabalhar” respondeu o garoto. “- Então entra e começa”, ordenou o homem. Naquele instante nascia uma amizade que duraria até o dia 11 de setembro de 1994, data em que o homem morreu. O nome do homem era Alexandre Chitto, o grande e único historiador de Lençóis Paulista. Em 1979, Chitto passou a direção do jornal para o ex-prefeito Ideval Paccola e depois de trabalhar pouco mais de um ano sob a nova direção, Blanco decidiu romper os laços empregatícios como jornal. Apesar de emprestar seus conhecimentos a outros órgãos de informação do estado, o relacionamento entre Blanco e Chitto sempre foi o mais estreito possível. Prova disso é o nome do terceiro filho de Blanco que se chama Alexandre em homenagem ao velho jornalista Alexandre Chitto.

Como nasceu os site

Apaixonado pela cidade, Benedicto Blanco que aprendeu a gostar de história com o seu pai José Lourenço Blanco e com o velho mestre Alexandre Chitto, decidiu fazer um livro para contar um pouco da vida da cidade e se povo. Foi desaconselhado pelos seus quatro filhos. Eles argumentaram que poucas pessoas têm acesso a livros e que o poder aquisitivo dos brasileiros – com raras exceções – não permite a compra de livros. Fazer longos textos em jornais também não seria uma boa ideia, até porque, os jornais da cidade não são diários e esse detalhe dificultaria a sequência de matérias, ou seja, o leitor acabaria perdendo  parte da história. Foi aí que nasceu a ideia de se fazer um site. A proposta inicial era pegar partes da história que já foi escrita por historiadores do passado e republicar. A esse material, se juntariam biografias, fotos antigas, mas inéditas, passagens pitorescas e tudo aquilo que  foi vivido pelo povo de Lençóis Paulista. Mas, tinha um problema muito sério para ser enfrentado: O material a ser publicado (pelo menos parte dele) estava preparado, mas quem é que faria o site propriamente dito? O Blanco é jornalista, mas não sabia fazer site. Seria muito fácil contratar um webdesing, e pronto. Mas não foi isso que aconteceu. Os  filhos do jornalista trouxeram um programinha “meia-boca” e disseram: “Com esse programinha o senhor coloca um site no ar”. Começava aí uma tarefa quase inglória para o já veterano jornalista que nada conhecia de informática. Como começar? Como colocar fotos nessa geringonça? Como inserir textos? Essas e tantas outras dúvidas latejavam na cabeça do jornalista e historiador. Três meses depois, em julho de 2004, todo torto e com falhas em quase todos os links o site www.lencoisnoticias.com estava no ar para não mais sair. Hoje, utilizando programas e recursos de última geração, o site recebe em média 10 mil visitas por dia. Leitores do Japão, Alemanha, Itália, Canadá, Estados Unidos, França e de tantos outros países, acessam a história de Lençóis Paulista por meio do site criado e sustentado por Benedicto Blanco. Atualizar e inserir conteúdo no projeto se constitui na maior diversão do jornalista que atravessa as madrugadas debruçado a um computador. Pesquisar, ler documentos e tratar fotos antigas é o hobby de Blanco.